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Severo sindicalista e funcionário do BRB dispara contra ex-gestão de Paulo Henrique: “Forma reprovável de tratar os funcionários”

Da Redação do  Portal da Rádio Candanga Editor Responsável: Erto di Carvalho As marcas deixadas pela antiga administração do Banco de Brasí...


Da Redação do 
Portal da Rádio Candanga

Editor Responsável: Erto di Carvalho

As marcas deixadas pela antiga administração do Banco de Brasília (BRB) continuam gerando fortes repercussões nos bastidores da instituição e no cenário sindical do Distrito Federal. Em declarações contundentes obtidas pela reportagem do Portal da Rádio Candanga, o reconhecido sindicalista e funcionário de carreira da instituição, Severo, teceu duras críticas à gestão comandada pelo ex-presidente Paulo Henrique Costa.

Sem poupar palavras, Severo classificou o período como um dos mais desgastantes para o funcionalismo da estatal, apontando para uma severa deterioração no clima organizacional e no relacionamento entre a cúpula do banco e o corpo de trabalhadores.

“Foi uma forma totalmente reprovável de tratar os funcionários. Vivenciamos um período de forte pressão, onde o diálogo foi sufocado e o bem-estar do trabalhador ficou em segundo plano”, disparou o sindicalista.

Clima de tensão e cobranças excessivas

De acordo com o líder sindical, a insatisfação que culminou em seu desabafo não é um caso isolado, mas sim o reflexo de um sentimento compartilhado por grande parte dos bancários do BRB que atravessaram a antiga gestão. Entre as principais queixas apontadas por Severo e pelo sindicato da categoria, destacam-se:

  • Metas abusivas: Cobranças consideradas desproporcionais que geraram sobrecarga física e mental nos funcionários das agências e áreas administrativas.

  • Falta de diálogo: Ausência de canais efetivos de negociação com as representações trabalhistas.

  • Desvalorização da carreira: Sensação de desprestígio dos funcionários concursados em detrimento de decisões puramente políticas e centralizadoras.

Para Severo, o crescimento de mercado que o banco registrou nos últimos anos não pode ser utilizado para mascarar o custo humano imposto aos trabalhadores. “O banco cresceu, mas o preço pago pela saúde mental dos funcionários foi alto demais. Gestão pública se faz com eficiência, mas, acima de tudo, com respeito ao servidor”, pontuou.

Expectativa por novos rumos

A postura firme do sindicalista ecoa como um divisor de águas e um alerta para a atual liderança do BRB. Com a saída de Paulo Henrique do comando da instituição, o sindicato e os funcionários agora cobram uma postura de reconstrução de pontes.

A categoria espera que a nova governança adote uma postura mais humanizada, retomando as mesas de negociação e priorizando a valorização do funcionalismo interno.

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