A chegada de Celina Leão ao comando do Distrito Federal produziu um fato político imediato: a desistência. Calma. Não do cargo. Não da respo...
A chegada de Celina Leão ao comando do Distrito Federal produziu um fato político imediato: a desistência.
Calma. Não do cargo. Não da responsabilidade.
Desistiu do velho modelo de governar.
Aquele conhecido roteiro de gabinetes fechados, reuniões sem fim, decisões adiadas e a clássica cadeia do “assessor do assessor” ficou para trás. Em poucas horas, a governadora do DF trocou o protocolo pela presença.
O movimento foi direto ao ponto: Itapoã. Sem promessas mirabolantes, sem discurso ensaiado. Olho no olho, problema na mesa, resposta imediata.
Ali nasce um conceito que pode marcar gestão: governo na porta do povo.
Chega de abaixo-assinado que não anda. Chega de protocolo que se perde. Chega da reunião que termina sem solução. A nova linha aposta na ação direta, na cobrança ali, no calor da realidade.
Governar não é só presença. Exige método, planejamento e continuidade. A força do gesto inicial precisa virar política pública, sob risco de ficar apenas no impacto do primeiro momento.
Ainda assim, o recado está dado.
Celina Leão desistiu.
Desistiu da lentidão.
Desistiu da burocracia.
E decidiu governar no tempo real da população.
Da redação do Portal de Notícias da Rádio Candanga, por Erto di Carvalho Jornalista
.jpeg)