Casos registrados apresentam sintomas leves; vacinação é voltada para público específico Agência Saúde DF Causada pelo vírus monkeypox (MPXV...
Casos registrados apresentam sintomas leves; vacinação é voltada para público específico
Agência Saúde DF
Causada pelo vírus monkeypox (MPXV), a mpox é uma doença que apresenta como principais sintomas erupções ou lesões na pele, aumento dos linfonodos (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com pessoas infectadas, seja por meio de lesões na pele ou nas mucosas, gotículas respiratórias em situações de contato próximo e prolongado, beijo ou contato íntimo e sexual. Na maioria dos casos, a mpox apresenta evolução leve ou moderada, com recuperação completa após algumas semanas.
Segundo a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES DF, Juliane Maria Malta, a identificação precoce dos sinais da doença é importante para evitar novas transmissões. “Diante do aparecimento súbito de lesões nas mucosas ou erupções cutâneas agudas, como bolhas e pústulas, em qualquer parte do corpo, procure uma unidade de saúde para avaliação”, orienta.
Para prevenir a infecção, a orientação é evitar contato físico próximo ou íntimo com pessoas que apresentem lesões suspeitas na pele ou nas mucosas. Também é importante higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou preparação alcoólica e não compartilhar objetos de uso pessoal, roupas, toalhas e roupas de cama.
Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem evitar o contato próximo com outras pessoas e seguir as recomendações dos profissionais de saúde, inclusive quanto ao período de isolamento, como medida para reduzir o risco de transmissão.
Tratamento e vacinação
O Distrito Federal registrou 23 casos de mpox até a primeira semana de novembro de 2026. Não há tratamento específico e o atendimento é voltado ao alívio dos sintomas, à prevenção de complicações.
A vacinação contra a mpox é destinada a grupos específicos, conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas vivendo com HIV/aids que apresentam imunossupressão grave e profissionais de laboratório que manipulam o vírus.
