A vice-governadora Celina Leão d e s t ac ou a impo r t ância do 2º Anuário de Segurança Pública e fr i sou que a segurança de p e n d e ...
A vice-governadora Celina Leão destacou a importância do 2º Anuário de Segurança Pública e frisou que a segurança depende de ações conjuntas. O Distrito Federal avança na formulação de políticas baseadas em evidências, com foco na transparência e eficiência do uso de recursos. Além disso, o anuário e o simpósio criam um espaço contínuo para debates técnicos entre especialistas, autoridades e pesquisadores.
Em 24 de março, o Governo do Distrito Federal lançou oficialmente o documento no Complexo da Polícia Civil. Considerado um marco de inteligência institucional e transparência, o anuário fornece estatísticas sobre dinâmicas criminais, como homicídios, feminicídios e desaparecimentos. Também marcou o início do 1º Simpósio Qualis de Dados e Informações, realizado até 26 de março.
Esta edição aprofunda análises sobre criminalidade, ampliando o entendimento sobre padrões de violência e aprimorando o planejamento das ações de segurança pública. O documento ainda ressalta os avanços do programa Segurança Integral, que promove maior cooperação entre forças policiais e melhora indicadores da área.
A vice-governadora reforçou que a segurança pública é resultado de parcerias entre diversas instituições, como polícias, Tribunal de Justiça e Ministério Público, e que os esforços coletivos têm dado resultados positivos. No entanto, apontou a necessidade de constante atenção aos desafios emergentes, destacando a capacitação das forças policiais locais como essencial.
O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, destacou a relevância estratégica do anuário na formulação de políticas voltadas à Segurança Integral. Ele afirmou que a iniciativa permite transformar dados em estratégias eficazes, promovendo maior integração, eficiência e previsão no enfrentamento aos desafios de segurança.
Avelar também ressaltou que o sucesso nesse campo depende do trabalho conjunto entre governo, Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Controladoria e sociedade civil. Essa abordagem integrada tem viabilizado políticas públicas mais eficazes e ancoradas na realidade social.
O procurador José Eduardo Sabo reforçou que políticas efetivas demandam informações qualificadas e atribuiu os avanços observados à cooperação entre instituições e ao uso estratégico de dados na segurança pública.
Da redação do Portal da Rádio Candanga
