Serviços têm como público-alvo homens em situação de vulnerabilidade, mas abrange atendimento geral | Foto: Divulgação/DPDF Iniciativa da ...
Serviços têm como público-alvo homens em situação de vulnerabilidade, mas abrange atendimento geral | Foto: Divulgação/DPDF
Iniciativa da Defensoria Pública leva diversos serviços à população em situação de vulnerabilidade
A primeira edição de 2026 da Quarta do Cidadão, projeto da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), será realizada nesta quarta-feira (25), das 8h às 14h, em frente à Biblioteca Nacional de Brasília, na Esplanada dos Ministérios.
Durante a ação, que já está em sua 16ª edição, a DPDF e seus parceiros oferecerão uma gama de serviços à população em situação de vulnerabilidade, como atendimento jurídico gratuito, orientação sobre pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade e exames de DNA, além de assistência social, serviços de saúde, corte de cabelo, encaminhamento profissional e distribuição de lanches.
A ação tem como objetivo promover a inclusão, a cidadania e a transformação social, preferencialmente a homens em situação de vulnerabilidade e seus familiares. Embora o foco seja o público masculino, a iniciativa é inclusiva, garantindo que outros grupos também sejam beneficiados. Desde a primeira edição, em agosto de 2024, a Quarta do Cidadão já registrou 8,7 mil atendimentos.
“Isso reduz barreiras, amplia o alcance das políticas públicas e possibilita que a população resolva diferentes demandas de forma rápida e humanizada”
Celso Murilo de Britto, coordenador do projeto Quarta do Cidadão
“Ao reunir diversos serviços em um único local, facilitamos a vida de quem mais precisa e reafirmamos nossa missão constitucional de promover inclusão e justiça social”, afirma o defensor público-geral, Celestino Chupel.
A ação concentra, em um só dia e espaço, uma rede integrada de atendimentos. “Isso reduz barreiras, amplia o alcance das políticas públicas e possibilita que a população resolva diferentes demandas de forma rápida e humanizada”, enfatiza o coordenador do projeto, Celso Murilo de Britto.
Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal

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