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"Daniel tem quase 100% de chance de vencer no 1º turno", aponta CEO da AtlasIntel

O CEO da AtlasIntel , Andr e i Roman, analisou recentemente os cenários e leitorais em Goiás e conc l u iu que a reeleição de Daniel Vil...


O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, analisou recentemente os cenários eleitorais em Goiás e concluiu que a reeleição de Daniel Vilela (MDB) como governador está praticamente assegurada. Durante um evento na Federação das Indústrias do Estado de Goiás, Roman destacou a posição favorável de Vilela, afirmando que é possível que ele vença no primeiro turno, dado o seu desempenho nas pesquisas. Caso a disputa vá para um segundo turno, Roman acredita que Vilela tem quase certeza de vitória.

As estimativas da AtlasIntel mostram Daniel Vilela muito próximo do necessário para triunfar ainda no primeiro turno, com cerca de 48% dos votos válidos. Embora uma vitória antecipada não esteja garantida, Roman considera plausível a definição da eleição apenas no segundo turno. Ele argumentou que, se chegar a essa etapa, a redistribuição dos votos dos candidatos eliminados favorecerá Vilela.

A pesquisa mais recente do instituto, realizada entre 27 de agosto e 1º de setembro com 1.214 eleitores, apresentou Daniel Vilela com 48,1% dos votos válidos. Quando incluídos brancos, nulos e indecisos, ele registra 43,5%, superando Wilder Morais (PL), Marconi Perillo (PSDB), e Luis Cesar Bueno (PT). Três cenários de segundo turno foram simulados: Vilela teria 53,7% contra Wilder, 57,2% contra Marconi, e 60,2% contra Luis Cesar. Com uma margem de erro de três pontos percentuais evel de confiança de 95%, a pesquisa está registrada na Justa Eleitoral.

Roman destacou Goiás como uma exceção no atual panorama político do país, onde partidos de centro estão perdendo espaço em eleições majoritárias. Ele atribui essa situação à alta aprovação do governo local e à transferência de capital político de Ronaldo Caiado para Vilela. Apesar do cerio claro em Goiás, Roman evitou fazer previsões sobre a eleição presidencial no Brasil devido à polarização entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

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