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As iniciativas da Secretaria da Mulher priorizam romper o ciclo de violência por meio da independência financeira, estratégia que chamou a atenção da Controladoria-Geral da União, que visitou a pasta para conhecer suas práticas de gestão.
Brasília, 2026 – A luta pela autonomia econômica das mulheres no Distrito Federal atingiu um importante marco nesta semana. Segundo dados do Governo do Distrito Federal (GDF), as ações de empregabilidade e incentivo ao empreendedorismo promovidas pela Secretaria da Mulher (SMDF) já garantiram acesso ao mercado de trabalho para 365 mulheres.
Os resultados expressivos desses programas, que combinam acolhimento social com capacitação profissional, despertaram o interesse da Controladoria-Geral da União (CGU). Representantes do órgão estiveram na secretaria para analisar de perto a metodologia utilizada, com especial atenção às iniciativas voltadas para mulheres vítimas de violência doméstica.
Autonomia como Forma de Libertação
Para a SMDF, emprego não significa apenas salário, mas sim uma ferramenta de sobrevivência e empoderamento. Muitas mulheres que enfrentam violência permanecem em laços abusivos devido à dependência financeira de seus agressores. No entanto, ao garantir oportunidades de trabalho formal ou apoio para empreender, o governo facilita o acesso dessas mulheres a um futuro mais seguro e independente.
"A independência econômica é crucial para que a mulher possa romper com o ciclo de violência. Com sua própria renda, ela resgata sua dignidade e encontra forças para recomeçar", destaca a secretaria.
Reconhecimento e Boas Práticas
A visita técnica da CGU reforça o protagonismo do Distrito Federal na criação e execução de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero. O objetivo da Controladoria foi compreender como os dados são geridos e verificar a aplicação eficaz dos recursos destinados às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Durante o evento, foram apresentados os fluxos integrados que conectam mulheres assistidas pelos Centros de Atendimento à Mulher (CEAMs) e pelas Casas Abrigo às iniciativas de empregabilidade, incluindo parcerias com empresas e cursos profissionalizantes.
Resultados Transformadores
- 365 mulheres foram formalmente inseridas no mercado de trabalho graças às ações da SMDF.
- Disponibilização de milhares de vagas em cursos práticos nas áreas de gastronomia, estética, administração e tecnologia.
- Parcerias consistentes com empresas para reserva de vagas e treinamento de equipes de Recursos Humanos no acolhimento de vítimas.
Como ter acesso ao programa
Mulheres interessadas em ingressar nos projetos de autonomia econômica ou que necessitam de suporte em casos de violência podem buscar atendimento nos CEAMs ou nas Agências do Trabalhador do DF, onde há guichês exclusivos para atendimento ao público feminino.
Central de Atendimento à Mulher: Ligue 180
Da redação do Portal de Notícias da Rádio Candanga
