Pediatra com mais de 40 anos de atuação, Frederico Costa chega à unidade com foco na humanização, na gestão eficiente e no fortalecimento ...
Pediatra com mais de 40 anos de atuação, Frederico Costa chega à unidade com foco na humanização, na gestão eficiente e no fortalecimento da saúde pública
Por Talita Motta
Com mais de quatro décadas dedicadas à saúde, o pediatra e gestor hospitalar Frederico Costa assume a superintendência do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), trazendo na bagagem uma trajetória sólida na medicina, na administração hospitalar e uma visão profundamente humanizada do cuidado em saúde. Pernambucano, competitivo por natureza e movido por desafios, o novo superintendente chega ao segundo maior hospital do Distrito Federal com o propósito de fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar o acesso aos serviços e garantir que o paciente esteja sempre no centro das decisões.
Em respostas objetivas, Frederico Costa se apresenta:
Formação?
Sou médico, formado em 1985, com especialização em pediatria.
Há quanto tempo atua na saúde?
São 40 anos de atuação.
Por que escolheu a pediatria?
Gosto muito de crianças, e é uma especialidade extremamente desafiadora. Muitas vezes eles não conseguem expressar exatamente o que estão sentindo. Isso exige sensibilidade, experiência e muito conhecimento do médico para chegar ao diagnóstico. Esse desafio sempre me atraiu.
Vem de uma família de médicos?
Não. Sou o primeiro médico da família. Meu pai era dentista, da área da saúde, mas não médico. Um hospital tem uma das logísticas mais complexas que existem, só perde para o navio e o avião, e isso sempre me fascinou.
Quantos filhos e qual a área de atuação deles?
Tenho dois filhos, um casal. Minha filha também é médica. Já meu filho atua na área da administração hospitalar. Como eu enveredei por este caminho, ele acabou se interessando.
Sua trajetória foi mais na saúde privada ou pública?
Na maior parte da minha carreira, atuei na saúde privada, com algumas passagens pela saúde pública.
Como começou sua experiência na gestão pública?
Fui secretário de Saúde de Timbaúba, cidade do interior de Pernambuco, por três anos e meio. Depois disso, recebi um convite para administrar uma unidade da operadora Golden Cross, o Hospital São Lucas, em Brasília. A partir disso, minha carreira na gestão hospitalar se consolidou.
Já passou por outros grandes hospitais?
Sim. Fui diretor do Hospital Daher, do Hospital Brasília, da Unimed e do Hospital Santa Luzia.
O que o motivou a aceitar o desafio do HRSM?
O tamanho e a complexidade. É o segundo maior hospital do Governo do Distrito Federal (GDF), um desafio enorme, que me atraiu muito.
O hospital público é muito diferente do privado?
Muito. No hospital privado, as decisões são mais diretas. No público, há uma hierarquia maior e processos mais complexos. Ainda assim, é um caminho extremamente estimulante.
Qual foi o maior aprendizado ao longo da sua trajetória médica?
A humildade. O médico precisa se colocar no lugar do paciente e da família. Você não trata apenas o paciente, mas toda a família, que também sofre.
Na sua visão, qual é a principal responsabilidade de um superintendente?
Fazer com que todos entendam que estamos aqui para cuidar de pessoas e buscar ofertar sempre o melhor atendimento possível ao paciente.
Quais são as prioridades neste início de gestão?
Entender o hospital, identificar carências e corrigir distorções. Existem situações que precisam ser revistas para ampliar a capacidade de atendimento e melhorar a assistência.
Como equilibrar o olhar técnico, humano e administrativo?
Com diálogo. Conversar, orientar e explicar. Muitas vezes, o erro não é por má-fé, mas por falta de orientação. Nosso papel é compartilhar conhecimento.
Qual mensagem deixa para os profissionais do HRSM?
Empatia. Colocar-se no lugar do paciente e da família e fazer o máximo possível para ajudar.
Uma palavra para definir este novo momento?
Expectativa. Muita expectativa de avançar, junto com toda a equipe, e fazer a diferença.
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